Confidencialidade, integridade
e confiabilidade são palavras de ordem, Gestores de
TI são unânimes em afirmar a importância
da privacidade dos dados, como parte do gerenciamento estratégico
da informação. Não basta que os bancos
de dados sejam bem arquitetados e estejam sempre disponíveis:
é absolutamente vital que eles estejam seguros.
Vivemos, atualmente, com a extrema necessidade de salvaguardar
informações sigilosas através da garantia
da visibilidade e rastreabilidade dos acessos feitos aos bancos
de dados.
A tecnologia do DSAuditor, permite a identificação
de eventos de segurança relevantes como a pesquisa
e a atualização de dados, esquemas e permissões
de bancos de dados, oferecendo uma visão histórica
e em tempo real de quem está "mexendo" nos
dados da empresa. O DSAuditor faz isto através de uma
abordagem não intrusiva, baseada na rede, com impacto
nulo ou quase nulo na performance do ambiente.
A ponta do Iceberg
Falhas na Segurança da Informação podem
resultar em perdas financeiras, comprometer a imagem da empresa,
abalar a confiança de acionistas e clientes. Riscos
processuais e até mesmo a interrupção
total das operações justificam investimentos
maciços em serviços e soluções
de auditoria e segurança, capazes de prevenir e remediar
invasões, fraudes e o vazamento de dados. Notícias
sobre o roubo de informações sigilosas ocupam
lugar de destaque na mídia nacional e internacional.
A preocupação
é constate e generalizada. Para proteger seu
valioso capital digital (dados), organizações
de todos os tamanhos e setores adaptam-se a políticas
de segurança, embasadas em códigos de
práticas, normas e regulamentações.
Apesar destes esforços, os ataques aumentam
e mais de 50% das fraudes são descobertas por
acaso. Ninguém mais espera uma invasão
para se proteger. |
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Em qualquer
cenário, adaptar-se a mecanismos de controle é
somente a ponta do iceberg. A conformidade com as melhores
práticas e os requisitos legais é apenas uma
pequena parte da responsabilidade que as empresas têm
de manter seus dados seguros.
A ameaça interior
Recentemente, ao consolidar os dados de uma pesquisa nacional
sobre segurança na Internet, a Módulo Security
descobriu que, para 700 empresas, os principais responsáveis
por problemas de segurança são os próprios
funcionários (os hackers ficando em segundo lugar).
De maneira similar, 86% dos executivos entrevistados para
uma pesquisa encomendada pela IBM reconhecem que as maiores
ameaças à segurança corporativa estão
surgindo dentro das próprias organizações.
A figura abaixo mostra a preocupação crescente
com os chamados
"insiders", pessoas
que têm acesso (freqüentemente autorizado) a áreas
internas da empresa e, deliberadamente ou não, protagonizam
falhas de segurança.
Além de bem aceitos, tais procedimentos
são facilmente adaptados a políticas e processos
auditáveis e efetivos. Contra ameaças internas,
no entanto, os dispositivos de segurança convencionais
equivalem a cadeados numa porta: mais do que uma garantia,
funcionam como um desestímulo. Abusos de privilégio,
senhas em mãos erradas e usuários autorizados
acessando dados remotamente são alguns exemplos de
vulnerabilidade.
Dispositivos convencionais são o primeiro passo para
se proteger contra ações maliciosas. São
essenciais, mas não suficientes. Além de salvaguardar
o perímetro, é necessário controlar os
acessos feitos diretamente na "fonte".
Como dizem os americanos, não basta vigiar os muros
de Fort Knox. É preciso espreitar quem manuseia o ouro.